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janeiro 02, 2005

Filmes de 2004 - Um balanço.

Ora bem, em vez de fazer uma lista para os piores e melhores do ano, e mais uma para os melhores filmes de animação, decidi juntar tudo.

Fiz então uma lista com todos os filme que vi, dos estreados este ano claro.

O primeiro lugar será uma surpresa para a maioria das pessoas, mas às vezes as paixões são difíceis de explicar, simplesmente acontencem.

Todos os filmes têm pelo menos um breve comentário. Aqueles para os quais já tinha escrito uma crítica, têm um excerto do texto, seguido de um link.

Os filmes estão divididos pela nota que lhes dei, de 1 a 5, e dentro de cada divisão estão ordenados por preferência. Do melhor para o pior.

----5/5----

1. Incredibles

A Pixar mostra mais uma vez que não sabe fazer filmes maus. Depois dos fantásticos Toy Story 1 e 2, Monstros e Companhia, e Finding Nemo, e algumas curtas metragens brilhantes pelo meio, eis que os estúdios de animação de John Lasseter nos oferecem um dos melhores filme de animação de sempre. Ou talvez mesmo o melhor.
The Incredibles vai directamente para a minha lista de filmes absolutamente perfeitos, tão perfeito quanto um filme pode ser. Tem portanto um lugar garantido ao lado de filmes como King Kong, O Império Contra-Ataca, A Irmandade do Anel, As Aventuras de Robin dos Bosques, Casablanca ou Os Salteadores da Arca Perdida, entre outros.
Não estarei a exagerar? Se calhar a minha opinião parecerá exagerada para muitos, mas só posso dizer que fiquei completamente apaixonado pelo filme, e não há nada a fazer contra isso. Ler o resto da crítica.


2. Kill Bill Vol.2

Kill Bill Vol.2 é apenas um filme incompleto, que precisa do Vol.1 para ser apreciado na totalidade. De qualquer modo, que apenas esta metade seja melhor que quase todos os filmes desta lista só mostra o génio de Tarantino (ou então o meu mau gosto, dependendo se gostaram do filme tanto como eu ou não).


3. Big Fish

Um dos mais belos filmes dos últimos anos. As cenas finais são de cortar a respiração (e de colocar uma lágrima ao canto do olho), é uma grande história de amor, não só de amor entre duas pessoas, mas também amor pela vida. Uma obra-prima.


4. Finding Neverland

Escolher a ordem para esta lista foi complicado, mas mais complicado ainda foi escolher entre os sete primeiros. São todos filmes de grande qualidade, mas mais do que isso são todos filmes de grande beleza, não só estética mas também emocional. E que um filme como este esteja na quinta posição é bem revelador disso.
Os clássicos chamam-se assim porque, pelas temáticas que abordam e emoções que transmitem, são intemporais. São aqueles filmes cujas memórias ficam connosco muito depois de sair da sala de cinema, aqueles filmes que queremos que todos os nossos amigos vejam, porque nos marcou e esperamos que os inspire da mesma maneira. Este é um desses filmes e não me lembro de nenhum elogio melhor para lhe fazer.


5. The Village

M. Night Shyamalan não consegue fazer filmes maus, ou pelo menos, não consegue fazer filmes que eu ache maus. Os seus filmes são sempre mais do que aparentam, e o problema é que talvez não sejam publicitados da melhor maneira. Já Signs foi anúnciado com um filme de ficção científica e suspense, quando, apesar de ter obviamente esses elementos, reflete sobre temas mais profundos, como a fé.

The Village foi anúnciado como um filme de terror. Mas na verdade é uma das mais belas histórias de amor dos últimos tempos. Mais que isso, reflete sobre os mitos e supertições que as pessoas adoptam todos os dias para tentarem tornar a sua vida mais fácil.
Quem conseguir ver para além da superfície destes filme, será recompensado com muito mais do que possa esperar.


6. Lost in Translation

Sofia Copola criou aqui um filme único. Numa altura em que as comédias românticas superficiais abundam, este ano foi fértil em grandes histórias de amor, nada convencionais. É o caso de Big Fish, The Village, Eternal Sunshine e claro, Lost in Translation. A não perder.


7. Spider Man 2

Ora bem, esta será talvez uma das maiores surpresas deste top. É verdade que sempre gostei de filmes de super heróis, mas também é verdade que embora adore filmes como X-Men 2, Hellboy ou Hulk estes nunca estariam numa posição tão alta.
A verdade é que Spider Man 2 é, para mim, o melhor filme de super heróis de sempre. A grande trunfo do filme foi a equipa de argumentistas que foi contratada, que entregou um argumento de nível muito superior ao que é habitual em filmes deste tipo (grandes blockbusters de acção).
E o final do filme é possívelmente o final mais perfeito que já vi num filme. É tão simples quando isto, nunca vi nenhum filme que tenha terminado de uma maneira tão satisfatória quanto este. Para mim é perfeito.


8. Eternal Sunshine of the Spotless Mind

Isto sim, é o que é o amor. O amor não é aquilo que vemos em todas aquelas comédias românticas que dão aos fins de semana na Sic e na TVI. Por muito que eu goste de Nothing Hill ou do Love Actually, todos sabemos que não basta fazer uma declaração no meio da rua, à frente de dezenas de pessoas para que a pessoa de quem gostamos nos perdoe as discussões da noite anterior.

Charlie Kaufman é talvez o mais interessante argumentista em actividade, a prova é que talvez seja a única pessoa que conheço que, nos posters dos seus filmes, tem o nome tão ou mais destacado que o do realizador. Com este argumento Kaufman consegue abordar o tema do amor de uma maneira original, o que não é fácil, mas mais importante, de uma maneira mais verdadeira e inspirada do que algum filme até hoje. Brilhante.


9. The Phantom of the Opera

Um dos filmes mais expectaculares do ano. Visualmente arrebatador, deslumbrante a nível musical. Depois de Tigerland, Phone Booth e este filme, já passo perdoar a Joel Schumacher a desgraça que foi o seu Batman. O filme só peca por perder um pouco o ritmo a meio da história, mas nada de muito grave.

10. The Terminal

Steven Spielberg juntou-se pela segunda vez a Tom Hanks e, embora a colaboração não tenha chegado ao nível da primeira (Saving Private Ryan), o resultado foi um filme bastante agradável. Um Tom Hanks em grande forma e um dos melhores realizadores de sempre acabam por compensar algumas falhas no argumento e no final acabamos com um filme ao estilo de Frank Capra, que nos faz deixar o cinema com um grande sorriso.


11. Fahrenheit 9/11

Fahrenheit 9/11 é uma obra no mínimo brilhante. Apesar de o filme ser mais um veículo de propaganda que um documentário.
Que Moore não simpatiza muito com George Bush, já todos sabem, e por isso não é muiuto parcial, e faz alguns juizos algo duvidosos. No entanto levanta questões bastantes pertinentes, e muitas das vezes não há como negar as suas críticas, as imagens que passam no erã falam por si.

É também inegável o mérito artístico do filme. É impossível uma pessoa deixar de se envolver emocionalmente. A primeira metade é entretenimento de primeira classe, quase uma comédia. O que dizer quando um senador diz qualquer coisa como "Mas você acha mesmo que nós lemos as leis antes de as aprovarmos?". Continuar a ler.


12. The Passion of the Christ

Quanto à violência, o filme é tudo aquilo que foi dito. Existem cenas absolutamente brutais, e por uma ou duas vezes será mesmo dificil resistir a desviar o olhar do ecrã. De qualquer modo a violência não é, de todo, gratuita, é pelo contrário necessária para se compreender o que Jesus realmente passou.
No entanto um sério aviso, não são imagens para qualquer pessoa, aqui há sangue, pele rasgada e ossos à vista.

Mel Gibson faz neste filme um trabalho notável, o argumento e a realização são impecáveis e a explendida fotografia de Caleb Deschanel é de uma beleza arrebatadora.
Também o trabalho dos actors é digno de nota, mas os maiores aplausos vão sem dúvida para Jim Caviezel, que tem uma entrega notável a interpretar Jesus. Continuar a ler a crítica.

---4/5---

13. Sky Captain and the World of Tomorrow

Um filme cheio de estilo, uma grande homenagem aos grandes clássicos do cinema de aventura. A não perder por quem gosta dos grandes clássicos do género.

14. Collateral

Michael Mann filmou a noite de Los Angeles como ninguém. Tom Cruise fez um papel como nunca se tinha visto na sua carreira, e Jamie Foxx tonou-se a grande revelação deste ano, já que ninguém esperava que Foxx, que em geral, sempre tivera prestações fracas, pudesse atingir uma interpretação tão segura. Tudo se conjugou, portanto, para que Collateral pudesse se tornasse no grande thriller do ano.


15. Harry Potter and the Prizioner of Azkaban

[Alfonso Cuarón] Foi talvez uma escolha arriscada, mas a verdade é que não poderia ter resultado melhor, já que a entrada de Cuarón traduz-se numa maior maturidade em relação aos dois filmes anteriores. Uma das grandes melhorias, pelo menos a mais visível, é o aspecto do filme, a fotografia, os cenários e os efeitos, todos estão perfeitos e ajudam a tornar este filme numa obra visualmente arrebatadora. Depois há a excelente banda-sonora de John Williams, uma das suas melhores e mais originais composições dos últimos tempos. Continuar a ler.


16. Limony Snicket's: A Series of Unfortunate Events

Que melhor filme para estar na posição 13, que um que se chama Uma Série de Desgraças?
O filme, baseado nos livros infantis do mesmo nome, é talvez um dos mais originais dos últimos tempos. A começar pelo início, com um duende a saltitar por entre uma floresta verdejante, quando a narrador avisa: "Se querem ver um filme deste género, o melhor é sairem, porque está a dar um na sala ao lado". O que se segue é uma tocante história sobre três irmãos, sobre os quais se abate uma série de desgraças. Avisa-se logo no início que o filme não é uma comédia, e é verdade que não é, mas isso não impede que aconteçam alguns incidentes bastante engraçados pelo caminho. Destaque para o excelente elenco, as três crianças, Meryl Streep, e claro, Jim carrey, numa interpretação à Peter Sellers (salvo, claro está, as devias proporções). Resta esperar que o filme faça rios de dinheiro, porque eu quero saber como acaba a história.


17. 21 Grams

Alejandro González Iñárritu estreou-se numa produção de Hollywood com este filme, depois da obra-prima que foi amor cão.
Dúvido que alguém fique muito feliz depois de ver este filme já é uma experiência que exige algum investimento emocional. Isto não é nenhuma crítica ao filme, é apenas para dizer que é um pouco pesado. O elenco é talvez o melhor deste ano, Sean Penn, Naomi Watts e Benicio del Toro são grandes actores e mostram-no uma vez mais.


18. Hellboy

O que fez com que eu gostasse tanto do filme foram as personagens de Liz e Hellboy.
Guillermo del Toro e Mike Mignola fizeram realmente um belo trabalho com estas personagens. Ron Pearlman merece também muito crédito, assim como a equipa de maquilhagem, grande trabalho.
A interpretação de Ron Peralmen faz por vezes lembrar Sean Connery como James Bond, é brutal durantes as lutas, para depois no final "atirar" secamente uma piada desconcertante. Continuar a ler.

19. Shaun of Dead

Há coisas neste país que não se percebem...
Ainda há uns dias atrás me perguntava quando seria que estreava Shaun of the Dead em Portugal, quando a semana passado vou ao clube de vídeo e vejo o filme na prateleira das novidades.

Esta comédia romântica com zombies foi aclamada pela crítica e público, pelo que num ano em que estreou tanto filme mau (Exorcista, Van Helsing ou Catwomen, só para citar alguns) não se percebe a decisão da distribuidora em não estrear o filme nas salas.

Pior ainda, o filme apresenta um título irreconhecível, Zombies Party: Uma Noite... de Morte (!), se não fosse o facto de já ter visto várias fotografias do filme, nunca o teria descoberto.

Resta-me portanto apelar para que vão ao clube de vídeo mais próximo para alugar esta preciosidade.


20. Last Samurai

Last Samurai podia ter sido um grande filme, se não optasse por um final algo lamechas. No entanto tem excelentes interpretações, boas cenas de acção e é tecnicamente muito bem conseguido.


21. Shrek 2

Para mim o maior problema de Shrek 2 é a história. Por vezes parece que a única razão para uma determinada situação ocorrer é permitir criar a próxima piada. Além disso basea-se excessivamente em piadas alusivas a outros filmes, o que pode ter grande piada agora, mas daqui a cinco anos metade delas já não serão reconheciveis. Esta crítica pode parecer um exagero, mas o que faz realmente um clássico é a a história ser intemporal. Nesse aspecto qualquer filme da Pixar, ou filmes mais deconhecidos, como o fantástico Iron Giant bate Shrek 2 aos pontos.
Isto não quer dizer que não seja um bom filme, muito pelo contrário, é um grande divertimento. Mas é pena porque com uma narrativa mais fluida e intuitiva podia estar numa posição muito mais digna.

---3/5---

22. Girl With a Pearl Earring

Este filme deixou-me algo desiludido, não deixa no entanto de ser uma entrada de qualidade nesta lista. Destaque sobretudo para a magnífica direcção de fotografia do português Eduardo Serra e para a discreta mas segura interpretação de Scarlett Johansson.


23. The Dreamers

Com outro final este filme estaria uns lugares mais acima, no entanto a última meia hora de filme acaba por não corresponder ao que se tinha visto antes. Além disso algumas cenas durante o filme seriam dispensáveis. O destaque vai para a banda sonora.

24. I, Robot

Acaba por ser mais um filme de acção que um filme de ficção científica inteligente. Mas como blockbuster que é não desilude minimante. Tem algumas das melhores sequências de acção e efeitos especiais do ano.


25. Mala Education

Este é outro filme que me desiludiu. Técnicamente Amodóvar é irrepreensível, mas a história deixa algo a desejar.


26. Stuck on You

Uma comédia agradável, sem grandes rasgos, não dá para muitas gargalhadas, mas acaba por ser um filme bastante simpático.


27. Something Gotta Give

Idem. Tem Jack Nicholson, o que é sempre bom.


28. School of Rock

O mesmo que em cima, só que sem Jack Nicholson e com Jack Black, um grande actor de comédia. O filme é todo dele.


29. The Day After Tomorrow

The Day After Tomorrow cumpre o que promete, muitos efeitos especiais, num espéctaculo visualmente épico.


30. Thirteen

Um pequeno filme que vale essencialmente pelo elenco.


31. Peter Pan

Peter Pan sempre foi uma história complicada de adaptar e ainda está para surgir uma que seja unanime, esta talvez seja a que mais se aproxima do espirito do livro.


32. Troy

É a grande desilusão do ano. Isto porque apesar de ser um bom entretenimento, era esperado muito mais.

Podia ter sido melhor não tivesse sido rejeitada á última hora a magnifica banda sonora de Gabriel Yared. James Horner entregou uma banda sonora mediocre como alternativa, mas com tão pouco tempo não se podia pedir mais do compositor.


33. Underworld

É um filme que não trás nada de novo mas que acabou por me surpreeder agradavelmente. Nem sei bem explicar porquê. Talvez seja por ter Kate Beckinsale num fato justo de cabedal.


34. Swat

Este é mais um filme que foi dizimado pela crítica mas que eu gostei. É um bom filme de acção, dúvido que alguém fique desiludido se não esperar mais que isso.

35. Hidalgo

Mais um daqueles filmes que cumprem a função para que foram feitos: Distrair e serem esquecidos a seguir... tenho uma vaga ideia de ter qualquer coisa haver com um cavalo...

---2/5---

36. Cold Mountain

Que grande desilução. O filme é, numa palavra, chato e não faz nada para além de se arrastar para um conclusão previsível. Ainda por cima o final tenta ser lamechas, a sorte é que por essa altura já estamos tão fartos e cansados que o único sentimento é alegria por ter chegado o fim.
Talvez esteja a ser um pouco duro demais. Nem tudo é mau, Jude Law e Natalie Portman têm duas belas interpretações. Além disso este filme até está no boa posição nesta lista, é o melhor dos piores nesta lista.


37. Sorte Nula

Fernado Fragata criou uma história sobre a sorte e o azar, e sobre coincidências. Infelizmente o seu argumento resume-se a revelações atrás de revelações. O que só serve para ficarmos a descobrir que todas as personagens estão ligadas entre si, o que leva a que as acções de cada uma acabe por ter influência no destino de todas as outras.
Esta premissa é até interessante, o problema é que Fernando Fragata se deixa levar e acaba por querer criar uma história tão complexa e cheia de reviravoltas, que não dá atenção a nenhuma das personagens que criou, o que leva a que nenhuma tenha o desenvolvimento que permita o espectador interessar-se por elas.
Ler a continuação da crítica.


38. In the Cut

Não sei o que Jane Campion queria exactament dizer com este filme. Também não sei o que Meg Ryan e mark Ruffalo viram no argumento. A única coisa que percebo é a razão para Nicole Kidman ter desistido do projecto.


39. Ladykillers

Os irmãos Cohen estão claramente numa fase desinspirada das suas carreiras. Deste filme apenas se salvam as interpretações de Irma Hall e Tom Hanks. A história essa é fraquinha, muito fraquinha.

40. Van Helsing

Como é que uma ideia tão boa se pode transformar num filme tão mau? Simples. Deixem Stephen Sommers escrever o argumento. Desta vez nem o carisma de Hugh Jackman consegue disfarçar o péssimo diálogo. Como pontos positivos temos algumas das cenas de acção, as belas Kate Beckinsale e Josie Maram e ainda uma banda sonora de Alan Silvestri de grand nível.

---1/5---

41. Along Came Polly

Uma comédia romêntica mais que banal. Dito isto já devem saber a história toda, mesmo sem ver o filme.

42. Butterfly Effect

A ideia também não era má, mas o péssimo argumento e actores terríveis estragam tudo. É importante realçar, antes que me insultem, que não estou pretender dizer com isto que Aston Kutcher seja um actor.


43. Hauted Mansion

Mau, muito mau. Assustador mesmo.


44. Garfield

O gato mais cool do planeta não merecia isto.


45. Secret Window

Só Johnny Depp de salva, mas onde será que ele leu realmente o argumento?


46. Scary Movie 3

Se o Scary Movie 2 já era tão horrível, qual a razão para a sequela??

47. Exorcist: The Beginning

A única coisa que tenho dizer deste filme, para além de vos avisar a ficarem afastados dele é o seguinte:

Stellan Skarsgård (o actor principal) merecia um Óscar na categoria de Melhor Actor num Filme Muito Muito Mau, já que o seu desempenho é claramente superior à mediocridade que o rodeia.

Isto conclui este top. Agora posso escrever disparates, porque não acredito que alguém se tenha dado ao trabalho de ler isto tudo até ao fim. Se alguém leu: Obrigado!!

Publicado por João Farinha às janeiro 2, 2005 07:19 PM

Comentários

Não é comum fazerem-se listas no final do ano assim, mas foi uma excelente ideia. No geral, concordo com quase tudo o que foi dito.

Publicado por: Miguel Galrinho em janeiro 3, 2005 12:00 AM

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